Como comparamos casas de apostas
Sem caixa preta: este é o caminho que cada operador percorre antes de aparecer numa comparação, e a forma como decidimos o que mostrar.
Selecionar os operadores
Reunimos operadores presentes no mercado português e escolhemos um conjunto para cada edição. Não ordenamos por classificação à entrada nem damos prioridade a quem tem acordo comercial.
Percorrer a plataforma
Navegamos pelo site e pela app de cada operador como um apostador faria: procuramos mercados, abrimos eventos, observamos as odds e testamos a fluidez em ecrãs diferentes.
Ler as condições
Lemos os termos gerais e os requisitos das promoções. Interessa-nos sobretudo se a informação está acessível e se um utilizador comum a consegue compreender antes de apostar.
Verificar o contexto da licença
Enquadramos cada operador no mercado regulado e remetemos para a lista oficial de entidades licenciadas do SRIJ, que é a fonte para confirmar a autorização.
Sintetizar numa nota
Resumimos os oito critérios numa nota editorial até 10. Serve para comparar, não para garantir qualquer resultado, e varia conforme a experiência observada.
Publicar e rever
Publicamos a análise e voltamos a ela periodicamente. Como o mercado muda, corrigimos o que ficar desatualizado e agradecemos correções dos leitores.
O que a comparação não é
Uma comparação ajuda a decidir, mas não substitui a leitura das condições no site do operador, onde as odds, os mercados e as ofertas podem ser diferentes ou ter mudado entretanto. Também não apresentamos as apostas como forma de obter rendimento: apostar implica risco e deve manter-se um passatempo.
Quer ver os critérios em detalhe? Consulte a Política editorial de avaliação. Quer perceber o financiamento? Veja a Divulgação de afiliação.